segunda-feira, 15 de novembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mais um dia no quintal...29/08/2010

CHOMSKY ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA

CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA


O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das "10 estratégias de manipulação" através da mídia:


1-A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".



2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.



3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez



4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.



5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".



6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…



7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver `Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".



8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…



9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!


10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

domingo, 18 de julho de 2010

Meu final de semana...

É difícil eu relatar meu final de semana, mas não resisti à esse...

Na parte da manhã, participei da reunião da Agenda 21 da Macro Leste, assuntos importantes, pessoas interessantes etc. Fiquei chocado com a ideia da rádio Nativa FM em realizar dia 25/07 uma big-festa no Parque do Carmo, em Itaquera, Zona Leste de Sampa! E mais ainda pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente ter emitido a licença para realização do mesmo...O Parque, um dos únicos locais de lazer para o pessoal da ZL, será detonado por um público "de não sei onde"! Tantos lugares...

No mesmo dia, após circular de ônibus pela ZL, presenciando algumas cenas bem chocantes, moradias precárias etc, fui ao lançamento de um livro, de um amigo meu, Rommel Werneck, na Livraria da Vila (Al. Lorena). Caminhando pelo bairro Jardins, presenciando tanto luxo (e frieza, com tantos prédios!), me bateu uma indignação...tantas atividades culturais, bandinhas, contação de histórias para crianças dentro da livraria, tudo do bom e do melhor, enquanto lá em Itaquera...

Será que um grupo tem conhecimento da existência do outro? Juro que deu voltade de colocar um telão na frente da livraria para mostrar o que as crianças da ZL faziam no mesmo horário lá onde moravam (o que eu também não sei...).

Mas passado o "mau-estar" (afinal, sempre passa e por isso estamos nessa merda de desiguladade social), voltei para casa e hoje, domingão, quebrei mais um pouco do quintal de casa para plantar: cebolinha, salsa, hortelã, quebra-pedra e mentruz (erva de Santa Maria - http://ervaseinsumos.blogspot.com/2009/03/mentruz.html).

Boa semana para todos vocês!

domingo, 11 de julho de 2010

À caminho da meta...


Feriado de 9 de Julho, um belo final de semana, cada vez mais próximo da ida definitiva :). A barraca é provisória, aguardem...

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Obra: "Doença Tecnológica" - Bandana, 2009

O relógio = o tempo, a seringa = o remédio, o disquete = lixo eletrônico, o discman = poluição sonora, as chaves = o automóvel...desgraças do mundo atual que nos levará ao colapso urbano...o que fazer?

domingo, 27 de junho de 2010

Vídeo: "Mickey 3D - Respire"- YouTube

Vídeo francês...



Meus comentários: bem que eu vinha refletindo sobre essa questão de ser feliz por alguns curtos momentos (viagens realizadas ou quando me encontrava em meio à natureza) e, em seguida, quando retornamos à nossa realidade urbana, nos tornamos "infelizes" novamente.

Aì eu pensei: "Por que não posso ter felicidade REAL o tempo todo, a vida inteira?"

Então, logo eu tô vazando pro campo, uhuhu!

Enfim, o DIA DO ÊXODO está agendado!



Após muitos pensamentos, contas e correlações de fatos, cheguei à uma meta!

O DIA DO ÊXODO (quando irei definitivamente para a área rural) será...

01/01/2012

Agora é dar continuidade ao processo para alcançar o objetivo ;).

sábado, 26 de junho de 2010

Vou me divertindo em casa...



Bom, enquanto o dia do êxodo (hum, preciso definir um dia, uma meta, boa ideia!) não chega, vou me divertindo em casa e no trabalho!

Essa foto mostra o domingo, 20/06/2010, onde me aventurei com o capim-cidreira.

Tive a ajuda e companhia da minha querida Jú! Valeu amore!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz

*Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro
está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless
Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão
feliz ou tão saudável. *

Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o
objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na
sociedade ocidental.

Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de
trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma
fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de
terra para plantio de subsistência.

Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e
que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de
terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem
dinheiro, como ele, possam morar.

“Foi o ano mais feliz da minha vida”, disse Boyle, 12 meses depois de
começar a experiência, “e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo
orientado pelo dinheiro”.

“Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta
bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que
não gosto.”

A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro,
mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido “fantástico”.

Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra,
onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas
florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.

Ele também construiu um banheiro séptico – uma fossa - do lado de fora do
trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.

Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um
chuveiro solar – um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.

Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma
fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It (“Só por amor”, em
tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e
ferramentas entre seus membros, pela simples “bondade”.

Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a
se ajudar e trocar favores.

Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que “a falta de relação que
temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que
vivemos hoje”.

“Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um
terço dela.”

Sua mensagem, diz ele, é: “consuma um pouco menos”.

“Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos
questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e
acredito que temos que levar essas coisas a sério.”

“Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de
comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.”

Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O MEU PROCESSO EVOLUTIVO

Aqui, contarei como surgiu e até onde pretendo chegar com esse "êxodo urbano" que estou planejando para os próximos anos. Após anos de militância na área ambiental, considero essa possibilidade a mais concreta para se chegar à evolução: o ÊXODO URBANO!

Adorarei a companhia de pessoas com a mesma ideia, vontade e visão! Contribuam aqui nesse blog com suas opiniões, onde estarei contando minha história de transição...

Em cooperAÇÃO.
Sandro Nicodemo
9483-8969